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De festas e viagens a cursos e cirurgias: conheça os diversos usos do consórcio de serviços

Categoria se destaca pela flexibilidade e por permitir negociações com vantagem da compra à vista

Todo dia milhares de brasileiros utilizam uma variedade de serviços distintos – reformas, pinturas, cirurgias, implantes, festas de formatura, aulas de autoescola, viagens, entre tantos outros. O que muitos ainda não sabem sobre esse setor, que movimenta mais de 60% da economia, é que existe um modelo de pagamento que facilita a contratação de todos esses serviços: o Sistema de Consórcios.

O consórcio é uma categoria dentro do conceito de economia colaborativa. Os participantes contribuem mensalmente para um fundo comum e então se habilitam para receber uma carta de crédito, que irá oferecer o dinheiro necessário para a contratação do serviço. Há dois modos para o consorciado ser contemplado: por sorteio ou por lance, no qual os maiores lances conseguem os recursos. Uma das grandes vantagens dos consórcios é permitir negociações à vista e barganhar o preço. Desse modo, é possível chegar a descontos maiores do que conseguiria em uma compra a prazo, por exemplo.

Com menos de uma década de existência – os consórcios de serviços foram regulamentados apenas em 2008 –, a evolução tem sido nítida: já são mais de 37 mil participantes ativos, conforme dados divulgados pela Assessoria Econômica da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) de janeiro. Em média, o valor da cota foi de R$ 6,8 mil.

Pesquisa do segundo semestre do ano passado mostra que os Serviços Residenciais são os mais demandados, respondendo por mais de 60% dos consórcios de serviços. Nessa categoria estão as pequenas reformas, projetos de arquitetura, pintura, contratação de móveis planejados, entre outros. Em seguida vem Saúde e Estética (17%), como cirurgias, implantes, entre outras especialidades médicas, e Festas e Eventos (6,4%), como festas de formatura. A flexibilidade dessa categoria é um dos principais fatores para o crescimento na demanda, atraindo procura por itens tão distintos como curso de autoescola a serviços de segurança.

Para participar desses consórcios, o modelo é o mesmo das demais categorias. A orientação é pesquisar administradoras autorizadas a operar pelo Banco Central e comparar os planos disponíveis, atentando-se para os melhores prazos e taxas.

Apesar da evolução dos consórcios de serviços, eles ainda representam parcela pequena do Sistema, que é mais conhecido pela formação de grupos para compra da casa própria ou carros e motos. O Sistema como um todo tem volume de quase sete milhões de participantes ativos, com tíquete médio de R$ 36,8 mil, segundo dados de janeiro. Esse número é puxado para cima por segmentos como imóveis (R$ 127,9 mil) e veículos pesados (R$ 141,4 mil), enquanto outros segmentos têm valores bem menores, como os eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis (R$ 4,7 mil) e motos (R$ 8 mil).

Para aprender mais sobre o assunto, clique aqui e acesse o site da ABAC.

 

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