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Saiba como os seguros de vida individual e em grupo contribuem para um planejamento financeiro sólido

Modalidades são complementares e a contratação em conjunto garante proteção equilibrada

Ao ser contratado para trabalhar em uma empresa, os funcionários costumam receber uma lista de benefícios e um dos itens que pode aparecer nessa relação são os seguros de vida em grupo. Esse costuma ser o primeiro contato das pessoas com seguro de vida.

Estruturado para atender às necessidades de determinado grupo de pessoas, os seguros em grupo ganham pontos a seu favor pela simplicidade na contratação e por ser, muitas vezes, gratuito para o funcionário. Em geral, o empregador é o responsável pelo pagamento da apólice e por escolher as características, os valores e as coberturas que o seguro deve ter.

A importância do seguro fez com que ele se tornasse um dos benefícios mais oferecidos pelas empresas, tornando esse o modo mais comum para adquirir um seguro de vida no Brasil. Mas há outra modalidade que vem ganhando cada vez mais força: os planos individuais de seguro de vida, que são contratados diretamente pelo segurado com a seguradora, por meio de corretores de seguros.

A contratação do seguro de vida individual com um profissional especializado permite a personalização da proteção, além de possibilitar o acesso a produtos mais sofisticados, formas de pagamento diferenciadas e análise de risco completa.

É por conta dessas particularidades — a facilidade na contratação por meio de planos pré-estabelecidos de seguros em grupo e a análise completa e proteções personalizadas para os seguros individuais — que os especialistas em investimentos e finanças pessoais indicam a contratação desses dois tipos de seguro de vida.

“Um pode complementar o outro, então as pessoas precisam contratar de forma equilibrada e, principalmente, conhecer as soluções de seguros de vida”, explica Mauro Chuairi, assessor na GWX Investimentos.

A combinação dos dois produtos permite montar um planejamento financeiro mais ajustado às necessidades das pessoas e de suas famílias. Afinal de contas, conforme lembra o assessor, o valor que o funcionário ou o seu beneficiário recebe em caso de indenização no seguro de vida em grupo pode não ser o suficiente para atender a todas as necessidades, uma vez que as coberturas em grupo costumam ter valores menores, servindo como uma porta de entrada para o mundo dos seguros.

Mudança cultural

Mauro Chuairi lembra que a contratação de um seguro de vida equilibrado demanda planejamento financeiro, e o brasileiro ainda carrega a cultura do imediatismo herdada dos anos 1990, quando a época da hiperinflação impossibilitava o planejamento de longo prazo.

“O seguro de vida não gera um benefício material imediato, é uma promessa de tranquilidade caso ocorram imprevistos futuros. Por isso, muitas vezes as pessoas se sentem emocionalmente mais confortáveis em fazer uma prestação para comprar um bem tangível do que um seguro de vida, por exemplo”, afirma o assessor da GWX Investimentos.

Segundo ele, essa realidade vem mudando. “A busca por essas proteções está aumentando, o que mostra que os brasileiros estão despertando para a necessidade de proteger financeiramente suas vidas”, diz. 

Para compreender melhor as suas necessidades e como se proteger financeiramente, clique aqui e faça uma simulação.

 

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