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Investimento mais procurado do Tesouro Direto em 2017 é para conservadores; conheça

Tesouro Selic sobe ao topo da preferência dos brasileiros no ano passado, contrariando a tendência histórica de procura por outro título público

O título público mais popular do Tesouro Direto em 2017 é para investidores conservadores ou para aqueles que não sabem exatamente quando pretendem resgatar o dinheiro, contrariando uma tendência histórica da categoria de investir em títulos públicos de longo prazo e com maiores oscilações nos preços.

Dados divulgados pelo Tesouro Nacional mostram que os brasileiros compraram R$ 7,8 bilhões no título público Tesouro Selic, conhecido formalmente como LFT. Esse é um título público que tem todo o seu rendimento atrelado à taxa Selic, que tem sua meta definida pelo Banco Central a cada um mês e meio, aproximadamente. Atualmente, a meta da taxa Selic está em 7% ao ano.

Esse é um ativo que normalmente mais recomendado para perfis conservadores porque os preços não sofrem grandes oscilações se o investidor decidir resgatar o dinheiro antes da data de vencimento. Como os ganhos seguem a taxa Selic, os ganhos sempre serão próximos ao da taxa básica de juros da economia. Nos demais títulos públicos, podem haver oscilações mais fortes nos preços se o investidor decidir resgatar antes do vencimento, podendo levar a fortes lucros em momentos de baixa nos juros ou até mesmo a prejuízos em caso de alta nos juros.

Quando a delação de Joesley Batista veio à tona em 17 de maio do ano passado, por exemplo, os mercados derreteram. O Ibovespa despencou 8,8%, no pior pregão desde a crise financeira de 2008, e a maioria dos títulos públicos perderam valor, chegando a quedas próximas a 20% em alguns casos, mas o Tesouro Selic continuou em trajetória de valorização.

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Historicamente, os investidores brasileiros sempre preferiram a busca pelo Tesouro IPCA+. Esse título público paga uma taxa prefixada definida no momento da contratação acrescida da variação do IPCA, que é o indice oficial de inflação usado pelo Governo. Na manhã do dia 31 de janeiro, por exemplo, esses títulos pagavam uma taxa prefixada de até 5,06% mais o IPCA para os vencimentos de 2035 e 2045.

Como o Tesouro IPCA+ garante o aumento do poder de compa no decorrer dos anos, ele costuma ser indicado para planos de longo prazo, como aposentadoria, compra de imóveis ou estudo dos filhos. Esse sempre foi o título público mais popular do Tesouro Direto, mas no ano passado ele ficou na segunda posição, com R$ 6,4 bilhões de compras por pessoas físicas.

Se colocarmos na conta os resgates feitos pelos investidores e os vencimentos dos títulos públicos, as vendas líquidas do Tesouro Direto para as pessoas físicas continuou com o Tesouro Selic no topo da preferência em 2017, com R$ 2,1 bilhões, seguido pelo Tesouro IPCA+, com R$ 1,0 bilhão. Todos os outros títulos públicos tiveram esse indicador negativo – ou seja, tiveram mais resgates e vencimentos do que compras pelas pessoas físicas.

Historicamente, o Tesouro IPCA+ ainda continua no topo, com um estoque de R$ 22,9 bilhões, seguido de longe pelo Tesouro Selic, com um estoque de R$ 11,2 bilhões.

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