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Chá e produtos clandestinos são proibidos pela Anvisa

Foram proibidos produtos clandestinos que traziam alegações terapêuticas

Chá
(Shutterstock.com)

SÃO PAULO - A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou três resoluções com a proibição de  produtos clandestinos que traziam alegações terapêuticas. 

A primeira resolução é contra os produtos da empresa Eduardo Aparecido de Moraes com DHEA, Melatonina, 5-HTP e Tribulus terrestris. A empresa não possui autorização de funcionamento e os produtos não tem registro ou notificação na Anvisa. Ou seja, são produtos de origem clandestina com composição e fabricante desconhecidos.

Outra proibição é contra o Laboratório Yaten Ltda. A medida atinge produtos em cápsulas que estavam sendo comercializados como medicamentos, mas sem qualquer tipo de registro na Agência.

Estão incluídos na proibição os medicamentos Alcachofra, Cáscara Sagrada, Castanha da Índia, Espinheira Santa, Cavalinha, Centelha Asiática, Ginkgo Biloba, Ginseng, Guaraná, Isoflavona de Soja, Marapuama, Maracujá, Sene e Unha de Gato do Laboratório Yaten.

A terceira proibição se refere ao Chá Amargo Topatudo fabricado por uma pessoa física e desenvolvido e engarrafado pela Delegacia Sindical dos Artesões de Aquidauana (MS). Apesar da produção de produtos e alimentos típicos regionais não depender da aprovação da Anvisa, quando existe alegação medicinal ou terapêutica é necessária a aprovação da Anvisa.

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