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Renda Fixa

Investir em Renda Fixa equivale a emprestar dinheiro para o emissor do papel - é tão simples como a poupança e tão seguro quanto!

Nesse tipo de investimento, é como se o cliente emprestasse dinheiro para o emissor do papel, podendo ele ser o Governo, bancos ou outras instituições, e recebe no vencimento, o retorno com juros e/ou correção monetária, podendo receber, ainda, amortizações. Os ativos de renda fixa existem para vários setores da economia, o que permite aumentar e diversificar o portfólio, além disso, sempre se sabe de antemão quanto irá render – desde que o investimento inicial não tenha sido alterado durante o contrato. Além disso, a escolha de instituições sólidas e renomadas para se comprar títulos de renda fixa é essencial.

Normalmente, os produtos de Renda Fixa são os mais indicados para aqueles que ainda estão na poupança e querem sair dela.

A vantagem da renda fixa é que nesse investimento sabe-se de antemão quanto ele irá render. É um investimento tão seguro quanto a poupança e atualmente com mais garantias de retorno. Além disso, assim como alguns fundos de investimento, alguns produtos de renda fixa também têm isenção do imposto de renda.

Conheça os tipos mais comuns:


CDB

Os Certificados de Depósito Bancário são os empréstimos para os bancos privados, para financiar suas atividades. O título é emitido com prazos que variam geralmente de três meses a cinco anos e tem liquidez diária após o período de carência inicial. A aplicação é garantida pelo FGC - Fundo Garantidor de Crédito (principal e juros) para valores de até R$ 250 mil1 por CPF, por instituição ou conglomerado financeiro, e fica registrada na CETIP em seu nome.

Busque sempre CDBs que rendam mais de 100% do CDI (taxa de juros que segue a SELIC). CDBs de bancos médios e pequenos rendem muito mais.

Dica: em uma corretora você pode comprar CDBs de vários bancos diferentes, aumentando sua rentabilidade e se mantendo dentro do limite de R$250 mil por banco para ter a garantia do FGC.

LCA e LCI

O LCA, ou Letra de Crédito do Agronegócio, é o título emitido pelos bancos para financiar empréstimos concedidos para o agronegócio, enquanto o LCI significa Letra de Crédito Imobiliário e é o título emitido para financiar empréstimos concedidos para o setor imobiliário.

Como recebem incentivo do Governo, a principal vantagem desses títulos é a isenção de Imposto de Renda. A desvantagem desse investimento é o valor inicial, que pode chegar a dezenas de milhares de reais, além de não estar disponível para saque antes do vencimento.

Esse tipo de investimento também conta com a garantia do FGC.

Dica: atualmente, recursos que ficam em fundos DI por mais de 2 anos têm alíquota de imposto de renda de 15%. Assim, uma LCA ou LCI que rende mais de 85% do CDI (equivalente ao valor líquido de imposto) será mais vantajosa que um fundo.

Grandes bancos sabem disso e geralmente oferecem LCAs/LCIs que pagam 85% do CDI ou menos. Corretoras podem oferecer títulos equivalentes pagando 90% ou mais do CDI. Explore suas opções!

  1. CDB, LCI e LCA contam com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante a devolução do principal investido acrescido de juros referente a rendimentos, na hipótese da incapacidade de pagamento da instituição financeira, de até R$ 250 mil. Os riscos da operação com títulos de renda fixa estão na capacidade de o emissor (governo, em se tratando de títulos públicos, empresa ou instituições financeiras, em se tratando de títulos privados) honrar a dívida (risco de crédito); na impossibilidade de venda do título ou na ausência de investidores interessados em adquiri-lo (risco de liquidez); e na possibilidade de variação da taxa de juros e dos indexadores (risco de mercado). Em se tratando de título privado, o risco de mercado inclui, ainda, o chamado prêmio do risco, que é aquele inerente à capacidade de pagamento da emissora do título. Muito importante a adequada compreensão da natureza, forma de rentabilidade e riscos dos títulos de renda fixa antes da sua aquisição. Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.